22/05/2011

COMPARTILHANDO EXPERIÊNCIAS DOCENTES...

Escola Ana Faustina – Surubim – PE
Série/Turma: 2º Ano E. M. – Turma: “C”
Disciplina: Arte
Mês: Abril 2011

CONTEÚDO: “Campanha da Fraternidade 2011 e Arte”

OBJETIVOS:

- Divulgar o tema da Campanha da Fraternidade 2011: “Fraternidade e a vida no planeta” através da Arte;
- Demonstrar que a Arte também está presente na forma como interagimos com as pessoas;
- Usar recursos artísticos para despertar a atenção dos estudantes ouvintes: fantoches, dramatização, música, cartazes, etc.;
- Desenvolver a expressão artística dos estudantes com outras turmas;
- Sensibilizar os estudantes sobre a importância da Campanha da Fraternidade 2011 em nosso meio ambiente.





REFLETINDO SOBRE A EXPERIÊNCIA REALIZADA...

A sensibilização sobre a Campanha da Fraternidade 2011: “Fraternidade e a vida no Planeta” através das aulas de Arte foi uma experiência que considerei “ótima” porque possibilitou avaliar o quanto os estudantes são criativos e capazes de alcançar os objetivos pretendidos, demonstrando que a Arte pode estar presente em tudo, dependendo da maneira como passamos a percebê-la e a turma percebeu isso. A aprendizagem foi muito significativa, tendo em vista que ela foi realizada de forma planejada e acompanhada nas salas de aula através dos colegas professores que acolheram muito bem os estudantes com muito carinho e atenção, permitindo que a atividade fosse realizada com o tempo planejado para não atrapalhar a aula dos docentes, haja vista que eu havia combinado com os grupos de estudantes que as atividades nas salas não poderiam ultrapassar dez (10) minutos. Todo o procedimento foi cumprido com o meu acompanhamento para verificar se tudo estava saindo conforme planejei após apresentar a proposta em sala: formação dos grupos; preparação do material para apresentação nas outras salas; ensaio para verificar o desempenho dos estudantes antes da apresentação nas classes que os grupos escolheram; avaliação final do trabalho. De modo geral, considerei a experiência como “ótima” porque foi perceptível a participação de praticamente 95% dos estudantes que registraram a atividade através de foto e parecer dos professores nas respectivas salas, além do fato de que a atividade possibilitou de maneira sutil a interdisciplinaridade com: História, Geografia, Português, História, Ciências, Sociologia, Filosofia, Matemática, entre outras. Parabéns aos estudantes e muito obrigado aos colegas professores pela colaboração para a realização da atividade!


COMPARTILHANDO EXPERIÊNCIAS DOCENTES...

Escola Ana Faustina – Surubim – PE
Série/Turma: 1º Ano E. M. – Turmas: “A” e “B”
Disciplina: Língua Portuguesa
Mês: Março 2011

CONTEÚDO: Produção de cartazes

OBJETIVOS:

- Despertar novos olhares acerca de cartazes que circulam no meio social;
- Conceituar o gênero textual: Cartaz;
- Saber produzir cartaz convencionalmente;
- Desenvolver a oralidade a partir de cartaz;
- Sensibilizar outras turmas através dos cartazes;

REFLETINDO SOBRE A EXPERIÊNCIA REALIZADA...

A produção de cartazes para as salas foi uma experiência muito positiva porque possibilitou aos estudantes refletir sobre a produção do gênero textual e sua relação com o espaço de aprendizagem, a sala de aula. Para despertar novos olhares, possibilitei aos estudantes uma reflexão sobre os cartazes que têm circulado no meio social com relação ao conteúdo que eles pretendem passar para os leitores. Durante as atividades, eles se apropriaram do conceito e estrutura de um cartaz, para depois produzirem um gênero para cada sala vizinha de acordo com as convenções textuais contendo “Dicas para melhorar a aprendizagem no espaço escolar”. Os cartazes foram afixados nas salas por grupos de estudantes que se preparam oralmente para interagir com os colegas das outras salas com o intuito de sensibilizá-los através do cartaz produzido. De modo geral, a experiência foi muito boa porque, naquele momento, conseguiu sensibilizar uma média de 90% dos estudantes nas salas vizinhas, além do que foi possível constatar que a experiência atingiu os objetivos propostos, passando a contribuir mais com os momentos de aprendizagem dentro da sala, bem como com a produção dos futuros cartazes que forem solicitados pelos docentes de outras disciplinas também. Parabéns aos estudantes!

17/08/2010

TP 2 - 2º AVANÇANDO NA PRÁTICA

GESTAR II
Programa Gestão de Aprendizagem Escolar
GRE Vale do Capibaribe – Limoeiro – PE
Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco
Governo do Estado de Pernambuco

AVANÇANDO NA PRÁTICA – TP2 – Análise Lingüística e Análise Literária

Formadora: Maria José de Barros
Professor formando: Hidelbrando Lino de Albuquerque
Escola/Município: Escola Ana Faustina – Surubim – Pernambuco.
Fascículo / Tema: TP2 – Análise Lingüística e Análise Literária
Atividade desenvolvida: Unidade 05 – Gramática: seus vários sentidos – Seção 2 – A gramática descritiva e o ensino reflexivo – p. 31
Turma onde a atividade foi realizada: EJA 4 – Turno: Noite
Período: 04 aulas
Dias: 29 de julho, 02, 03 e 05 de agosto de 2010.

O “Avançando na prática” foi realizado com base nas orientações do material do GESTAR II – TP2 – Análise Lingüística e Análise Literária – Unidade 05 – Gramática: seus vários sentidos – Seção 2 – A gramática descritiva e o ensino reflexivo – p. 31. Decidi fazer algumas alterações antes de trabalhar com o material visando facilitar a aprendizagem dos alunos. No primeiro dia, ao chegar na sala, após apresentar o planejamento da aula aos alunos, iniciei uma leitura em voz alta com base no texto “Minha primeira história”, do escritor Ivan Ângelo. De imediato, todos os alunos pararam para prestar atenção tendo em vista a forma efusiva que utilizei para ler os enunciados do texto. Penso que os alunos pararam, por causa do conteúdo lido a partir da frase: “Eu odeio professores.” Pela forma como li – em voz alta – foi possível prender a atenção dos alunos, bem como, alcançar a interpretação esperada, já que a turma não esperava que um educador levasse um texto que iniciasse com uma frase como aquela.

Tivemos uma conversa breve e informal sobre o assunto. Logo após, realizei a distribuição do texto para os alunos, os quais fizeram a leitura individual em sala. Na aula seguinte, iniciei a aula resgatando a leitura anterior e partindo para os questionamentos propostos. Perguntados se “pela construção do texto e pelo título do depoimento, qual você imagina ser o professor inesquecível do autor?” Uma resposta chamou a atenção na sala, a partir de uma percepção destacada por um aluno (Lucas), cujo conteúdo chamou a atenção de todos, inclusive a minha, enquanto educador. A resposta foi que o professor inesquecível do autor era a Ferraz, da disciplina Português, porque “segundo o início do depoimento, o aluno diz que não tinha nenhum problema com os professores, a não ser o fato de eles terem com ele, mas... no final do depoimento ele diz que tem o problema dele com a Ferraz.” Ou seja, a observação quanto à colocação dos pronomes “eles” (referindo-se aos professores) e “dele” (referindo-se ao próprio personagem do texto) utilizados pelo autor do texto contribuíram para aguçar a percepção dos leitores durante a análise do texto. A análise permitiu contextualizarmos o assunto que estamos estudando: pronomes. Na terceira aula, os alunos se dedicaram a responder, individualmente, as questões pertinentes a figura do narrador propostas na 3ª questão do texto. Finalizada a aula, combinamos de realizar um debate na aula seguinte, a partir das respostas obtidas. No dia marcado, iniciamos a aula com uma breve reflexão de agradecimento a Deus pelas graças obtidas. Depois, formamos um círculo na sala, e debatemos sobre os questionamentos respondidos na aula anterior. Na sequência, fomos compartilhando as respostas dos alunos a partir dos seguintes questionamentos: a) Quais as suas características como aluno? De modo geral, a resposta da turma foi que o aluno do texto era um aluno perguntador, “aluno cidadão”, perguntador, curioso, “o tipo que eu aceitaria em meu grupo”; não era bagunceiro; o aluno tinha vontade de aprofundar o conhecimento; b) O fato de o depoimento ser feito por ele mesmo cria ou não a possibilidade de ser parcial? Durante a aula anterior eu fui questionado e expliquei aos alunos o significado do termo “parcial”. A resposta da maioria foi que o aluno foi imparcial mesmo tendo sido ele que contou a história; c) É um tipo de aluno comum em nossas salas de aula? A resposta dos alunos foi: Não. Partindo de nós mesmos, já que praticamente 80% da turma não se interessam em perguntar com medo de sofrer constrangimentos dos próprios colegas. Durante o debate, uma aluna comentou que ficou constrangida porque queria tirar uma dúvida sobre sexualidade (em um outro momento e em outra disciplina) e a sala a deixou constrangida. Aproveitei o depoimento da aluna e estimulei os alunos a não terem receio de perguntar na sala já que todos estamos aprendendo sempre, inclusive o professor; d) A reação dos professores também é comum? / e) As várias personalidades dos professores também são comuns? A turma respondeu as duas perguntas de maneira unânime ao afirmar que “não”, pois todos os professores desta Escola gostam quando os alunos questionam. De modo geral, o debate foi muito proveitoso porque serviu para mexer com as lembranças dos alunos sobre os professores que marcaram a vida deles, possibilitando do lado positivo: superar traumas como falar na sala; lembrar dos professores amigos; sorrir das paixões despertadas pelos alunos com relação às professoras da Educação Infantil; despertar para a necessidade de valorizar os professores e colegas de classe etc. Do lado negativo veio à tona lembranças de acusações injustas por parte de professores em tempos anteriores; das “reguadas” na cabeça quando os alunos não sabiam as respostas; dos pais que não deixavam os alunos estudarem; da rebeldia comedida dos alunos etc. Ao final, percebi que os alunos gostaram da atividade, o que possibilitará num próximo momento promovermos outros debates.
É o relatório.

Surubim – PE, 06 de agosto de 2010.

Hidelbrando Lino de Albuquerque
Professor formando

26/06/2010

TP 6 - 2º AAA

GESTAR II
Programa Gestão de Aprendizagem Escolar
GRE Vale do Capibaribe – Limoeiro – PE
Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco
Governo do Estado de Pernambuco

TP6 – 2° AAA

Formadora: Maria José de Barros
Professor formando: Hidelbrando Lino de Albuquerque
Escola/Município: Escola Ana Faustina – Surubim – Pernambuco.
Fascículo / Tema: TP 6 – Leitura e Processo de Escrita II
Atividade desenvolvida: AAA6 - Unidade 23 – O Processo de produção textual – revisão e edição – Aula 5 – Página 65.
Turma onde a atividade foi realizada: EJA 4 – Turno: Noite
Período: 02 aulas
Dias: 02 e 04 de junho de 2010.

A Atividade de Apoio à Aprendizagem – AAA foi realizada na turma da EJA 4, através da Unidade 23 – O processo de produção textual – revisão e edição – Aula 5 – Da produção à edição, na página 65, constante no TP6. O objetivo da aula foi “Identificar as etapas de produção e edição de um texto informativo”. No primeiro dia, levei recortes de notícias de jornais para a sala de aula, para que os alunos lessem e depois observassem a estrutura do gênero textual, com ênfase na manchete da notícia, bem como na forma como a sequência tipológica foi escrita. Comentamos algumas delas e logo após pedi que os alunos colassem o texto no caderno deles. Em seguida, conversamos sobre a profissão do repórter e de como eles organizavam as notícias antes de publicá-las. Explanei sobre a estrutura do texto informativo com base na atividade do Gestar II, que estava pronto para ser entregue a eles, usando as perguntas: O que aconteceu? Onde? Quem estava envolvido? Por quê? Quando? e Como? Em seguida, recontei a história de “Chapeuzinho Vermelho” a eles, à medida que ia distribuindo a folha constando a atividade solicitada.

Em princípio, orientei os alunos, a partir das perguntas, orientando-os na construção das respostas com vistas à necessidade de se manter a objetividade do texto informativo. A aula estava chegando ao final e assim, dei as orientações no sentido de que finalizássemos a atividade na próxima aula. Todos entenderam. Na outra aula, resgatei o que realizamos na aula anterior, e solicitei que finalizassem o que foi solicitado: produção de um texto informativo com uma manchete interessante. Achei interessante que um dos alunos, após receber o comando para a atividade solicitada, disse: “Professor hoje a gente vai ser repórter por um dia do Fantástico*, não é? Respondi que sim, só que utilizando a escrita. Todos riram e iniciaram a atividade. A atividade realizada foi muito significativa tendo em vista que atingimos o objetivo esperado. Após a atividade, recolhi o material.



Sorteei alguns textos informativos que os alunos produziram na sala, li-os e após cada leitura, os alunos iam verificando se as informações comentadas estavam de acordo com o solicitado. A aula foi muito significativa. Finalizamos a aula, onde parabenizei todos os alunos pela produção escrita, bem como, explicando que atingimos nosso objetivo. O ponto para reflexão é que não oportunizei a reescrita do texto para que alguns alunos fizessem a correção gramatical. Mas isso, eu farei em momentos posteriores, tendo em vista a necessidade de fazer um planejamento para evitar que os textos sejam imediatamente identificados, evitando assim, causar constrangimentos por parte dos alunos que se equivocaram durante a produção textual. (*Programa da emissora Rede Globo).

Surubim – PE, 04 de junho de 2010.

Hidelbrando Lino de Albuquerque
Professor formando

03/06/2010

TP 6 - 1ª AAA

GESTAR II
Programa Gestão de Aprendizagem Escolar
GRE Vale do Capibaribe – Limoeiro – PE
Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco
Governo do Estado de Pernambuco

TP6 – 1° AAA

Formadora: Maria José de Barros
Professor formando: Hidelbrando Lino de Albuquerque
Escola/Município: Escola Ana Faustina – Surubim – Pernambuco.
Fascículo / Tema: TP 6 – Leitura e Processo de Escrita II
Atividade desenvolvida: AAA6 - Unidade 21 – Argumentação e Linguagem – Aula 7 – Página 31.
Turma onde a atividade foi realizada: EJA 4 – Turno: Noite
Período: 02 aulas
Dias: 31 de maio e 01 de junho de 2010.

Realizei a Atividade de Apoio à Aprendizagem – AAA, na turma da EJA 4, onde trabalhei com a Unidade 21 – Argumentação e Linguagem – Aula 7 – As diferentes pistas do texto, na página 31, com o texto “Stresss”, constantes no TP6. O objetivo da aula foi “Identificar diferentes argumentos no mesmo texto: dados concretos, de autoridade, de exemplo e de senso comum. Ao iniciar a conversa com os alunos preparando-os para a recepção da sequência textual, falei sobre os diferentes tipos de argumentos: 1°) de dados, 2°) de autoridades, 3°) de exemplos, 4°) do senso comum. Após a explanação percebi que os alunos compreenderam melhor o argumento de exemplo e o argumento de senso comum. Quanto aos argumentos de autoridade aproveitei o ensejo para apresentar o autor do texto “Stress”, o psicólogo Mário Quilici, a título de exemplo do argumento apresentado. Pela falta de conhecimento sobre interpretação de dados, com base em porcentagens, gráficos, pesquisa, entre outros, senti que os alunos não compreenderam bem os argumentos de dados. Tentei esclarecer melhor o assunto fazendo uma explanação matemática com base em porcentagem, onde eu utilizei o quantitativo de alunos do gênero masculino e do gênero feminino presente da sala, partindo do seguinte questionamento: Qual o percentual de estudantes do gênero feminino nesta sala em relação aos do gênero masculino? Em princípio eles não souberam responder, mas depois que eu ensinei a eles através de anotação e explicação no quadro, a maior parte compreendeu – naquele momento – o que era porcentagem. Acredito que ao final da explanação, eles compreenderam o significado dos argumentos apresentados. Percebi que para uma melhor fixação da aprendizagem sobre “argumento”, seria necessário aprofundar mais o assunto. Antes de distribuir o texto, perguntei aos alunos qual o significado do stress para eles. A resposta foi unânime por parte dos alunos ao afirmarem que “o stress é muito ruim para as pessoas”. Distribui o texto, pedi para que eles lessem o conteúdo silenciosamente. Depois, realizamos uma leitura coletiva. Notei que uma boa parte não tinha compreendido o conteúdo do texto. A aula estava chegando ao final. Então, orientei que cada um lembrasse de trazer o texto em estudo: “Stress”, para que na próxima aula, pudéssemos concluir o objetivo da nossa aula e realizar uma melhor interpretação.

No outro dia, retomamos o texto em estudo. Fiz um resgate rápido sobre os argumentos e partimos para a leitura coletiva exploratória do texto, onde à medida que a turma lia um parágrafo, eu ia explicando ajudando os estudantes a explorar melhor o texto. Finalmente, os alunos perceberam que o stress não era totalmente mau como haviam afirmado na aula anterior. Ao final, pedi que eles respondessem a atividade constante no verso da folha. De modo geral, os alunos responderam satisfatoriamente as questões propostas, já que eles, na questão A1) puderam perceber o lado bom do stress; na A2) afirmaram que o texto destina-se “ao leitor estressado”, “a nós estudantes”, “ao público geral que trabalha muito”; na A3) uma boa parte respondeu que “sim, porque o stress convive conosco no dia-a-dia.” Outros, colocaram o questionamento para eles mesmos, enquanto leitores, e afirmaram que “não estavam na situação que o texto apresenta para pessoas estressadas”; na A4) disseram, na maioria, que o tipo de argumento era científico porque foi escrito por um psicólogo que conhece o assunto; na letra B responderam: “Luis quando perde a hora de ir ao trabalho fica todo nervoso”, Quem faz o quem não gosta fica estressado”, entre outros; na letra C, após a aula sobre porcentagem oferecida rapidamente na aula anterior, por mim, eles brincaram e responderam que 100% (cem por cento) da sala vivia estressada com alguma coisa: “O stress complica a nossa vida, pois nos faz dizer coisas que não queremos dizer. Ele nos faz ficar triste, zangada, frustrada, e sem expectativa de coisas boas. O stress faz engordar, ou emagrecer, ficamos velhos antes do tempo. 95% dos alunos tem a mesma opinião que eu tenho.”



De modo geral, a atividade foi muito boa porque possibilitou uma aprendizagem compartilhada sobre o Stress, que eu também pensava ser inerentemente destrutivo, o que não é. Sem contar que passeamos pela Matemática e pela Sociologia a partir de um texto que, mesmo com uma linguagem simples, acessível, foi bem elaborado com argumentos bastante convincentes. A opinião dos alunos sobre o stress, a partir dessas aulas, mudou significativamente.

Surubim – PE, 02 de junho de 2010.

Hidelbrando Lino de Albuquerque
Professor formando

06/05/2010

TP4 - AAA4 - 2ª ATIVIDADE

GESTAR II
Programa Gestão de Aprendizagem Escolar
GRE Vale do Capibaribe – Limoeiro – PE
Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco
Governo do Estado de Pernambuco

ATIVIDADES DE APOIO À APRENDIZAGEM – TP4 – Leituras e Processos de Escrita I

Formadora: Maria José de Barros
Professor formando: Hidelbrando Lino de Albuquerque
Escola/Município: Escola Ana Faustina – Surubim – Pernambuco.
Fascículo / Tema: TP 4 – Leitura e Processos de Escrita I
Atividade desenvolvida: Unidade 15 – Mergulho no texto – Aula 5: Para descobrir o texto – p. 92.
Turma onde a atividade foi realizada: EJA 4 – Turno: Noite
Período: 02 aulas
Dias: 20 e 22 de abril de 2010.
Objetivo: Elaborar perguntas em torno da relação de intertextualidade.

A atividade foi desenvolvida com base no material do GESTAR II – TP4: Leitura e Processos de Escritas I – Unidade 15 – Mergulho no texto – Aula 5: Para descobrir o texto – p. 92, a qual eu procurei realizar adequando-a ao nível de aprendizagem da sala, sem deixar de oportunizar mais uma forma dinâmica de aprender que é através de Debate. Iniciamos a aula com a oração do Pai-Nosso de forma reflexiva. Logo após, apresentei o roteiro da aula: O Debate. Expliquei qual era o objetivo da aula. Achei interessante, que um dos alunos comentou: “Professor em todo assunto que a gente estudar vai ter intertextualidade, é? Sorri e respondi que em nossos estudos é muito importante buscar a relação do conteúdo estudado com outros textos previamente existentes, mas nem sempre ocorrerá a intertextualidade. Entendi o questionamento do aluno tendo em vista que havíamos trabalhado de modo muito enfático com Intextextualidade no final do bimestre anterior no que se refere a dois tipos de intertextualidade: Alusão e a Paródia. Talvez, por temos produzido intertextos fazendo Alusão a história dos “Três porquinhos”, “Chapeuzinho vermelho”, bem como, intertextos fazendo Paródia a partir de textos musicais, o aluno fez o questionamento. A atitude do aluno deixou-me feliz por ter percebido, algumas semanas depois, que o assunto Intertextualidade foi compreendido pela turma. Voltando ao conteúdo deste relatório, escrevi no quadro a frase “O Brasil é um país maravilhoso!” e a partir dela orientei a atividade de forma oral, inicialmente. Depois, formei grupos, para oportunizar a realização da atividade de forma inclusiva mesmo, procurando respeitá-los, tendo em vista que existem alguns alunos que sentem muita dificuldade de expor ideias de forma oral na sala. Pedi que escrevessem respostas para eu levar pra casa e analisar. Depois de meia hora, recebi as respostas escritas de cada grupo. Expliquei aos alunos que na próxima aula iríamos realizar um Debate com base nas respostas obtidas. Na aula seguinte, acolhi os alunos com uma oração, depois, formamos grupos e a partir do material recebido na aula anterior fui estimulando a oralidade dos alunos em sala. A partir das respostas obtidas na letra “a” da atividade apresentada percebi que a maioria dos alunos possui uma impressão positiva do Brasil diante da frase apresentada, já que “eu moro nele e ele está crescendo”; “é um lugar bom de se viver”, entre outras. Com relação a letra “b” maior parte da turma afirmou que a frase era parcialmente correta, tendo em vista que “existe muita injustiça no Brasil”; “O Brasil precisa ajudar em algumas coisa e ninguém faz nada para ajudá-lo, como o combate as drogas, escolas, empregos e etc...”; “o Brasil é xeio di diFiculdade, mais também tem suas melhora”, entre outras. Durante as atividades as perguntas que surgiram por parte dos alunos foram: “O que o Brasil precisa? O que fazer para ajudar o Brasil? Como preservar o meio ambiente? Qual a mata maior do Brasil?”. Finalizamos a atividade de modo satisfatório tendo em vista que atingi o objetivo esperado, já que houve uma aprendizagem significativa, onde os alunos afirmaram ter gostado muito da aula. Mesmo assim, estou ciente de que precisaremos realizar outros momentos de Debate para estimular a oralidade e a elaboração de perguntas em torno de um determinado assunto.

É o relatório.

Surubim – PE, 23 de abril de 2010.


Hidelbrando Lino de Albuquerque
Professor formando

TP2 - AAA 2 - 2ª ATIVIDADE

GESTAR II
Programa Gestão de Aprendizagem Escolar
GRE Vale do Capibaribe – Limoeiro – PE
Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco
Governo do Estado de Pernambuco

ATIVIDADE DE APOIO À APRENDIZAGEM – TP2 – Análise Lingüística e Análise Literária

Formadora: Maria José de Barros
Professor formando: Hidelbrando Lino de Albuquerque
Escola/Município: Escola Ana Faustina – Surubim – Pernambuco.
Fascículo / Tema: TP2 – Análise Lingüística e Análise Literária - AAA2 - Versão do aluno.
Atividade desenvolvida: Unidade 06 – Aula 4 – A organização da frase – p. 42-43
Turma onde a atividade foi realizada: EJA 3 – Turno: Noite
Período: 03 aulas
Dias: 13, 14 e 15 de abril de 2010.
Objetivo: 1º) Perceber as condições para a construção de uma oração bem formada
2º) Compreender a diferença entre oração e período composto.

A atividade foi desenvolvida com base no material do GESTAR II – TP2: Análise Lingüística e Análise Literária – Unidade 06: A frase e sua organização – Aula 4: A organização da frase, no AAA2 - Versão do alunos - páginas 42 e 43. Tendo em vista que havia trabalhado no primeiro bimestre a diferença entre Frase, Oração e Período, decidi resgatar o assunto para aplicar esta atividade. No primeiro dia entreguei o material impresso para o estudo, pedi que eles realizassem uma leitura prévia para finalmente, eu iniciar a explanação do conteúdo deixando claro quais eram os objetivos da aula. Nesse dia, a aula transcorreu apenas com leiturização e explanação do assunto. Recolhi o material e no dia seguinte, devolvi para os alunos realizarem a atividade individualmente, após as orientações apresentadas por mim. Considerando que a atividade em tela era muito extensa, permiti que os alunos levassem o material para casa e quem tivesse tempo de responder – boa parte da turma trabalha durante o dia – poderia dar continuidade ao exercício. Na aula seguinte, a maioria trouxe a atividade sem responder completamente. Então, para otimizar o tempo, decidi fazer a correção coletiva com os alunos. A ideia de deixá-los sozinhos para responder as questões propostas na aula anterior foi intencional, afim de verificar a autonomia dos estudantes, tendo em vista que, na sala eles são muito dependentes do professor, tendo demonstrado várias vezes a dificuldade de resolver questões individualmente. Mesmo assim, percebi um avanço na sala e continuarei estimulando essa autonomia necessária aos estudantes de modo geral. Finalizamos a atividade, atingi satisfatoriamente o primeiro objetivo, porém, o segundo será necessário dar mais ênfase para oportunizar a aprendizagem esperada. O desafio em continuar oportunizando uma aprendizagem significativa para a execução do Programa EJA em nossa escola em muito tem avançado com as propostas sugeridas pelo GESTAR II.
É o relatório.

Surubim – PE, 16 de abril de 2010.


Hidelbrando Lino de Albuquerque
Professor formando